Sexta-feira, Janeiro 02, 2009
Ano novo, endereço novo!
Cata-corno:
(In)utilidades Gerais,
De Volta pro Meu Aconchego
É isso aí, cambada. Agora que o ano acabou e eu já dei um jeitinho na casa nova. Chegou a hora de parar com os posts aqui no Blogger e ir para o mundo legal do Wordpress. Foi bom enquanto durou, mas lá é coisa de primeiro mundo, rapá! Com a mudança, também virão muitas outras novidades, mas os comentários... rá, estão ainda piores e a tendência é raspar o chão do poço!
Quarta-feira, Outubro 15, 2008
Ritmo de festa que balança o coração!
Cata-corno:
(In)utilidades Gerais,
Bad Ass Rock n' Roll
Quem tá de bobeira hoje e estiver afim de tomar um negocinho etílico e se divertir, aparece lá no Saloon 79 (R. Pinheiro Guimarães, 79 - Botafogo) que eu vou estar em cima do palco, num estado entre perfeitamente sóbrio e completamente embriagado, cantando uns roquenrou pros amigos e chegados! Levanta a busanfa do sofá e vem pra farra!(...)
O Bloguice Ácida está mudando de cafofo! - É galera, depois de muita pesquisa (na verdade, resistência) e muito aprender. Acabei optando por mudar o blog para o Wordpress. Lá eu tenho milhões de opções para deixar essa budega com a minha cara (tenha medo)... o Blogger é bão mas o Wordpress é que é o marvado! Depois de acabar o layout, mudar o template e exportar o conteúdo daqui pra lá eu divulgo o endereço, que sim, vai continuar o mesmo.
watchatcha!
Quinta-feira, Outubro 02, 2008
Vida de Azeitona
Cata-corno:
Bad Ass Rock n' Roll,
Mucho Macho,
Vida de Azeitona
Eu sempre comento sobre meu cachorro em diversos lugares. Casa, trabalho (err... correção, no trabalho eu não comento mais nada), faculdade, amigos, mesa de bar e todo e qualquer lugar onde caiba contar uma das tosquices que o Azeitona costuma aprontar. Nunca tinha feito isso aqui no Bloguice e como eu estava procurando um bom assunto pra manter o ritmo das postagens por aqui, nada melhor que contar alguma coisa sobre o melhor amigo do homem... ops, do Nigro.Sempre tive cachorros, mas o Azeitona foi o primeiro sobre minha total responsabilidade. O que é muito diferente quando você tem o irmão mais novo, a mãe e às vezes até a empregada (coisa meio rara lá em casa) para ajudar nas tarefas. Justamente aquelas tarefas que vem de brinde com aquele ser fofinho e pequenino que você vê na vitrine do pet-shop enquanto a mulherada fica meio débil mental e faz: 'nhooooooooooi'.
Com o Azeitona a coisa foi diferente, nada de pet-shop, nada de anúncio de jornal. Na verdade eu ia comprar um dachshund, o famoso 'cão-salsicha', indicado por ser dócil, relativamente comportado, e por se adaptar bem a um apartamento. Bem diferente de um beagle, cuja reputação não é bem a de um cachorro mentalmente equilibrado. Na verdade, 'beagles são um demônio' como diz uma certa comunidade do Orkut.
O problema foi quando o dono do canil abriu a porta pra cachorrada tomar sol, enquanto eu escolhia quem eu ia levar. No meio de vários cachorros, teve um que ao invés de correr para o gramado onde todos os outros estavam, veio até minha direção e simplesmente deitou em cima do meu pé. 'Acho que você vai levar um beagle...' - disse o dono do canil depois de uma risada meio bizarra.
Engraçado, mas deitar no meu pé é uma coisa que o Azeitona faz até hoje. Além de enterrar as coisas, sumir com as minhas meias, roubar comida do meu prato enquanto eu estava distraído com uma piriguete no MSN e a mais recente, que foi despencar do telhado do sobrado (a uma altura de mais ou menos 2 metros e meio), só porque estava err... entediado. Graças a Deus ele não quebrou nada, pelo contrário, veio correndo e pulando como se nada tivesse acontecido.
Bom, agora que ele está devidamente apresentado a quem visita o blog eu vou deixar o 'Azeitona Facts' para uma próxima ocasião. Vou tentar fazer uns vídeos das manias esquisitas dele e de momentos pitorescos do melhor amigo do homem... ops, do Nigro. =)
Quarta-feira, Outubro 01, 2008
What A Wonderful World
Cata-corno:
De Volta pro Meu Aconchego
"I hear babies cry, I watch them grow
They'll learn much more, than I'll never know
And I think to myself... what a wonderful world"
(...)
Em nome da minha paz, do meu sossego e da minha (in)sanidade mental, fiz o que há muito tempo devia ter feito: abdiquei do meu lado gente boa para todo mundo. Daqui pra frente as relações interpessoais devem ter um objetivo claro, do tipo:
'- Ah, é dinheiro?! Vamos ganhá-lo!'
'- Amor?! Claro, pois não. Quanto custa?!'
Melhor do que a cara de bunda ilustrada com um sorriso amarelo de todo santo dia. Honestidade é para poucos, sinceridade menos ainda. Autenticidade você pode comprar ou copiar de alguém... mas sempre tem um preço. Mas ainda assim é muito melhor do que dar o sangue e vender mais um lote da alma para receber um tapinha nas costas como agradecimento.
P.S.: O trabalho empobrece o homem. E no fim, é só trabalho.
Terça-feira, Setembro 23, 2008
Meio-amargo (but I like it...)
Cata-corno:
De Volta pro Meu Aconchego,
Submundo Imundo
Fernanda era mais de uma dessas mulheres que você conhece do nada e, para teu azar, se apaixona do nada também. Tinha os malditos olhos verdes que toda tentação de verdade costuma ter, além dos cabelos sedosos e aquele charme que faz o cara mais safo dos safos pensar algumas vezes se realmente é tão imune assim. A primeira vez que nos vimos ela fez questão de ser a coisa mais deliciosa ('sem querer', segundo ela gostaria que todos acreditassem) e acessível que meus olhos tinham visto até então e isso não é uma metáfora. Eu simplesmente sabia que ia perder um tempo tentando alguma coisa com aquela ítalo-brazuca de sotaque genuinamente carioca. Um dos seus grandes defeitos era estudar Direito, os outros eu ia conhecer em breve.
Logo descobrimos coisas em comum, boas e ruins, e eu que não tenho lá muita noção de como chegar sem que a criatura acabe desenvolvendo um certo nível de amizade. Não, não viramos os melhores amigos do mundo, mas qualquer nível de amizade é ruim quando você quer alguma coisa além disso. Quando isso acontece não existe outra solução além de deixar bem claro o objetivo, mas o bom malandro sabe fazer isso com sutileza; tá... eu falhei miserávelmente, mas ela entendeu o recado. E aí o mini-inferno que se escondia por trás daquele sorriso escandalosamente bonito. Fernanda era a típica garota problemática, que teve um único namorado na vida e daqueles que toda mulher deve gostar o suficiente pra ficar enrolada por mais de uma semana. Além disso, veio com a ladainha de 'sempre um amigo se apaixona por ela'. Daí foi ladeira abaixo a passos largos.
O corte de contato (leia-se, bloqueio no MSN) foi cogitado e até mesmo adotado, sendo quebrado dois dias depois por ela. Dizendo que não sabia o que fazer mas que de alguma forma ela sabia que eu não estava mentindo, embora estivesse fazendo exatamente como os outro infelizes. By the way, a gente acredita pra não deixar feio, afinal o objetivo é outro, a meta é... bom, deixo vago para interpretações em geral. Esse chove-não-molha-trepa-não-sai-de-cima foi se arrastando por uns dias. E com as minhas intenções cada vez mais claras era cada vez mais complicado ficar no esqueminha de empurrar com a barriga. Nunca perdi muito tempo e não estava afim de começar agora. O resumo da ópera é que depois de uns meses de enrolação ela resolveu mostrar o que qualquer imbecil sabia de antemão: não valeria o esforço, pra variar. Aí é que mora o mal de ser insistente (ou babaca, como queiram).
Primeiro veio o papo brabo do tipo: "- Sabe? Eu não sou essa pessoa maravilhosa que você diz." - Beleza, monstrinho. Como coisa que eu nunca tivesse ouvido esse tipo de desculpa esfarrapada em toda minha lista de tocos homéricos ao longo de 26 anos. Deixei o tempo passar, logo depois de um tempo ela voltaria pra alimentar mais as coisas, dizendo que tinha dúvidas e toda baboseira possível. Nada que de certa forma deixasse o objetivo original menos interessante; mulher confusa é uma coisa muito normal e cabe ao cara saber até que ponto ele atura ou não.
Quando ela comentou sobre 'como um sonho muda seu jeito de ver as pessoas' e no qual eu malandramente previ o óbvio: ela encontrou outro otário e chegou a hora de dar linha na pipa já que desse mato não vai sair coelho. Até aí tudo bem, zero-a-zero, ficamos algumas vezes e tinha sido realmente muito bom a ponto de se querer levar em frente, but it's over. Ela sumia e aparecia tantas vezes, que chegou um momento em que eu acreditei ter sido uma neurose extra o fato dela ter se interessado no tal maluco da igreja que ela jura que não frequenta mais vive por lá, participando de tudo (ok, eu assumo que tenho imã pra mulher maluca) e que sua mãe odeia isso... blá blá blá.
(...)
Abrindo um parênteses para falar desse piá aspirante a explorador 'salvador de almas para jesus', tudo o que me lembro era da Fernanda falando que ele tinha mais ou menos a sua idade, era gatinho, ocupava um cargo importante (sic) e que era um bom partido, mas que ela não tinha a menor vontade de ficar com ele. Antes de fechar o parênteses eu preciso perguntar se eu posso mandar um vai-se-fuder-de-verde-e-amarelo agora ou embrulho o elogio para o final da conversa? É mole ser the best guy quando você só aparece quando está tudo bem, tudo numa boa... quero ver aturar as ladainhas. No way, dude.
(...)
O fato é que numa sexta-feira perdida após uma semana (ou mais) tinha se passado sem que a gente nem se esbarrasse no msn, muito menos ao vivo. Daí que ela me liga, eu não vejo a ligação e resolvo ir na sua casa depois da academia. Como já tinha feito isso inúmeras vezes, não ia ser nada de outro mundo. No interfone, mais uma dose de papo brabo:
"- Nossa?! Você aqui é uma surpresa!" - disse ela.
"- Ah! Que ótimo... pô eu vim te ver, cê pode descer ou eu posso subir?"
"- Poxa, eu não estou ocupada mas... bom, sobe um pouquinho."
E lá estava eu na porta do 502, de frente aos mesmos olhos verdes tentadores. Só que alguma coisa estava estranha, ela não saiu de trás da porta que mantinha geometricamente semi-aberta. Nunca ela tinha feito isso e durante a conversa fui percebendo que o ideal era que eu me mandasse logo de lá. Me despedi, não encostamos um fio de cabelo e eu fui pra casa pensando: "que ótimo, pelo menos agora o fode-não-molha acabou".
Abro o MSN e dou de cara com uma mensagem offline: "o namorado não gostou nada de te ver aqui... você me arranjou um problemão! mas tá tudo bem, até mais... beijos". Maldita seja a pessoa que me ensinou a arte da educação, pois nessas horas tudo o que queria era ser o mais neanderthal possível. Afinal, se joga limpo com quem joga limpo. Caso contrário, entrar com os dois pés no meio da fuça se transforma em legítima defesa.
Fico feliz em saber que (muito) em breve ela vai estar fodida com seu namoradico evangélico e totalmente broxante. Um bom partido, sim, talvez... mas prefiro o sangue na veia a ser uma coisa broxa no qual ela vai ser tratada exatamente como merece: um buraco e nada mais. O Cafa tá certo quando diz que nos dias de hoje só dá pra viver de lanchinho e olhe lá. Algumas malucas acham que estão abafando dando uma de 'sou-gostosa-e-todos-me-querem'. O fim geralmente é a criatura sozinha, mal-comida, amarga, reclamando da vida ou pior ainda. Não é praga (homem não perde tempo com isso), é lógica. Eu mesmo já tive o prazer de ouvir de ex-namoradas que eu estava certo e elas erradas. Isso não tem preço dizer um belo e sonoro 'Ah é?! Foda-se' também não tem...
E eu até poderia preservar o nome dela... mas, dane-se.
Qualquer coisa 'reclama ali na 40ª'.
Terça-feira, Setembro 09, 2008
Expresso Fanfarra: Todo errado.
Cata-corno:
Expresso Fanfarra,
Mucho Macho,
The Fanfa Way of Life
Globo.com: "Aos 7 minutos do primeiro tempo, o argentino Fabián Espíndola tocou de cabeça e abriu o placar para o Real Salt Lake sobre o Los Angeles Galaxy, sábado, pela MLS (principal liga de futebol dos Estados Unidos). Para comemorar, deu uma pirueta no meio-de-campo. A alegria durou pouco: o atacante quebrou a perna ao cair no gramado e o árbitro ainda anulou o gol, por impedimento."
(...)
Acontece muito, especialmente com quem não joga porra nenhuma. Convenhamos, o cara demora tanto pra fazer um gol que na hora de comemorar exagera um pouquinho. O que ele não contava era com aquela mãozinha legal do sempre presente Mr. Murphy, que tava ali por perto só pra garantir um momento da mais pura cagada, no capricho! E isso me faz lembrar o vídeo abaixo:
Começamos com uma série de cambalhotas e piruetas (posso jurar que eu vi a Daiane dos Santos comemorando um gol aos 0m15s) e depois descamba para a avacalhação pura! O que dizer da comemoração 'Ice Ice Baby' do grande Vanilla Ice, aos 0m21s? E a homenagem àquele passinho 'Canguru-Perneta' (0m27s), um clássico do James Brown que até hoje envergonha os amigos mais sóbrios naquela night em que la tequila é liberada?! Aliás, passos de dança completamente ridículos são prato cheio!
Mas nada supera as comemorações 'Tourada em Madri' (1m00s), Hadouken (só para nerds ou viciados em Street Figther, classudo) ao 1m07s e o artilheiro Cristiano Lucarelli que se empolgou na hora de mostrar 'amor à camisa'. Resta saber se alguém quis trocar de camisa com o cidadão depois dele ter feito o que fez ao 1m12s... ainda tem o 'Atropelamento de Mascote' ao 1m20s, 'Espírito de Porco' ao 1m37s (aliás, meu favorito) e o fechamento com chave de ouro.
E para nosso amigo (mui amigo) argentino só resta uma coisa a dizer: Aprende, mulambo!
Domingo, Setembro 07, 2008
Expresso Fanfarra: Direto do Túnel do Tempo
Cata-corno:
Expresso Fanfarra,
The Fanfa Way of Life
Fantástico: "Ela só tinha 15 anos, o suficiente para Roberto Carlos apostar nas suas canções e voz. Filha de um amigo do rei e deficiente visual, Kátia lançou no Fantástico “Tão só”. O sucesso veio mesmo no ano seguinte, com o compacto de “Lembranças”."
Êlaiá! Lembrei de quando Francine, Gustavo, Carla Neiva e eu estivemos numa festa ploc no Circo Voador. Festa Ploc é sempre a mesma coisa: um bando de balzacas tentando se dar bem nas mesmas festinhas americanas de 15, 20 anos atrás e falhando miserávelmente.
A programação era muito seleta e contava com grandes nomes da tosqueira 80's entre elas: Gretchen, Sylvinho Blau Blau (não basta ter um 'Y' no nome, tem que frangar usando um sobrenome do ursinho no qual ele choramingava que a tal garota não queria ele. Ora bolotas, lógico que ela não ia se agarrar com uma criatura dessas!), Sérgio Mallandro, algumas Paquitas, uma banda cover que cantou até 'O Amor e O Poder' (para alegria quase orgástica da Carla) e a mesma Kátia, que todo mundo chama de 'Kátia, a cega'.
Eu acho sacanagem chamar ela assim, mas muito pior foi a galera que gritava para o palco: "- Katia! Olha pra cá pra gente bater uma foto!" - nem eu, com meu imenso espírito de porco pensaria numa sacanagem dessas. E nem me venha falar que foi sem querer, fizeram de sacanagem!
"- Kátia, olha pra cá!" ...é mole, o povo não tem coração, cara!
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